Na semana passada, as empresas de publicidade levaram um grande susto ao ver que foi apresentada um projeto de lei, para aprovação na Câmara, que consiste na extinção dos anúncios instalados no interior dos aeroportos do país.
Em um depoimento para a revista Meio&Mensagem, a Associação Brasileira de Mídia Indoor (Abramid) diz desconhecer as razões que levaram o deputado a apresentar esse projeto e afirma que irá trazer à discussão o texto da medida entre seus associados ainda esta semana. Além de proibir os anúncios, o documento pretende restringir a publicidade visual de estabelecimentos comercias.
Não acredito que a publicidade nesses espaços seja poluição sonora ou visual, como afirmado pelo deputado, e sinceramente acho que não é algo de grande necessidade. Enquanto este senhor deveria estar se preocupando com outras coisas em nosso país, está justamente preocupado com algo que não faz grande diferença na vida da população...apenas atrapalha os mídias, diminuindo suas opções!
Siiiim, eu achei ridículo!!!!!! Pra quê tudo isso!? Vai se preocupar com coisas mais importantes meu filho!!!!
quarta-feira, 30 de abril de 2008
É um bom começo...
Hoje a tarde estava lendo na edição do dia 21/04 da Meio & Mensagem uma matéria feita por Scott Goodson, fundador da Strawberryfrog (http://www.strawberryfrog.com.br/), agência de publicidade fundada a 8 anos atrás que já possui escritórios na Europa, Estados Unidos e Japão. Antes de falar da matéria, é necessário conhecimento sobre os grupos que dominam a publicidade mundial.
No inicio do século XXI, a indústria publicitária foi dominada e passou a ser controlada por holdings , sendo as principais a britânica WPP, a francesa Publicis, e as americanas IPG e Omnicom. Cada um desses grupos é formado por diversas grandes agências de publicidade com escritórios no mundo inteiro (WPP, que havia desenvolvido o subcontinente e possuía a Índia - http://www.wpp.com/WPP/Companies; o IPG, que emergia na China - http://www.interpublic.com/; e o Omnicom, que dominava a Europa e o Brasil - http://www.omnicomgroup.com/ ).
Bom, agora que já temos um pouco mais de informação (hahaha) vamos à matéria: Scott acabou de chegar da Índia, onde participou do GoaFest, o maior festival de comunicações da Ásia, concorrente e Cannes, e lá fez algumas palestras e falou sobre sua agência. Observando e experimentando a indústria do local, chegou à conclusão de que a Índia, que assim como o Brasil, é considerada um país ainda em desenvolvimento, possui uma economia de 1 trilhão de dólares e esta dobrara de tamanho em 8 anos, se tornando a terceira maior economia do mundo.
Podemos fazer uma comparação entre a índia e o Brasil se analisarmos diversos aspectos, principalmente por ambos serem paises subdesenvolvidos, possuírem dominação (na maior parte) por holdings publicitárias do Reino Unido, França e EUA. Mas podemos também fazer essa comparação sob um aspecto positivo: os dois tem se tornado países de grande importância no mercado publicitário, com ótimos profissionais na área e também grandes empresas nacionais começando a atuar em seu próprio território, como a ABC, dirigida por Nizan Guannaes, que investiu 30 milhões de dólares no lançamento de uma empresa americana, Pereira & O’Dell. É isso mesmo, uma empresa brasileira investindo nos EUA!!!!!!!
Pois é, a partir de agora os grande grupos publicitários do mundo têm novos concorrentes: grupos do Brasil e também da Austrália
Outros países vê crescido muito, como o Brasil, que agora não estão apenas produzindo coisas, mas sim construindo suas próprias marcas, que passam a ser reconhecidas mundialmente, como, no caso do Brasil, Natura, Havaianas, Osklen (aaaaaaaai eu amo a osklen! Ahahahaha) e muitas outras.
É, é isso mesmo gente..olha o Brasil começando a ser visto com bons olhos lá fora...não, não somos somente futebol, bunda, carnaval e caipirinha!
;*
No inicio do século XXI, a indústria publicitária foi dominada e passou a ser controlada por holdings , sendo as principais a britânica WPP, a francesa Publicis, e as americanas IPG e Omnicom. Cada um desses grupos é formado por diversas grandes agências de publicidade com escritórios no mundo inteiro (WPP, que havia desenvolvido o subcontinente e possuía a Índia - http://www.wpp.com/WPP/Companies; o IPG, que emergia na China - http://www.interpublic.com/; e o Omnicom, que dominava a Europa e o Brasil - http://www.omnicomgroup.com/ ).
Bom, agora que já temos um pouco mais de informação (hahaha) vamos à matéria: Scott acabou de chegar da Índia, onde participou do GoaFest, o maior festival de comunicações da Ásia, concorrente e Cannes, e lá fez algumas palestras e falou sobre sua agência. Observando e experimentando a indústria do local, chegou à conclusão de que a Índia, que assim como o Brasil, é considerada um país ainda em desenvolvimento, possui uma economia de 1 trilhão de dólares e esta dobrara de tamanho em 8 anos, se tornando a terceira maior economia do mundo.
Podemos fazer uma comparação entre a índia e o Brasil se analisarmos diversos aspectos, principalmente por ambos serem paises subdesenvolvidos, possuírem dominação (na maior parte) por holdings publicitárias do Reino Unido, França e EUA. Mas podemos também fazer essa comparação sob um aspecto positivo: os dois tem se tornado países de grande importância no mercado publicitário, com ótimos profissionais na área e também grandes empresas nacionais começando a atuar em seu próprio território, como a ABC, dirigida por Nizan Guannaes, que investiu 30 milhões de dólares no lançamento de uma empresa americana, Pereira & O’Dell. É isso mesmo, uma empresa brasileira investindo nos EUA!!!!!!!
Pois é, a partir de agora os grande grupos publicitários do mundo têm novos concorrentes: grupos do Brasil e também da Austrália
Outros países vê crescido muito, como o Brasil, que agora não estão apenas produzindo coisas, mas sim construindo suas próprias marcas, que passam a ser reconhecidas mundialmente, como, no caso do Brasil, Natura, Havaianas, Osklen (aaaaaaaai eu amo a osklen! Ahahahaha) e muitas outras.
É, é isso mesmo gente..olha o Brasil começando a ser visto com bons olhos lá fora...não, não somos somente futebol, bunda, carnaval e caipirinha!
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